EDIÇÃO 2020

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Sabendo que empreendedoras criativas negras, em geral, não possuem fundos de reserva para o próprio sustento, geram renda para outras famílias com seu trabalho e ainda são arrimos de família, na primeira edição do projeto voltamos as ações apenas para mulheres negras.

 

Foram oferecidas 68 bolsas para trabalhadoras negras da cultura, que geraram conteúdo para a plataforma Latinidades Pretas. A ideia era que a plataforma venha a se tornar um portfólio online e uma vitrine para as produções dessas mulheres e tem surtido efeito.

 

Para garantir transparência ao processo de seleção, realizamos um chamamento público com alcance em todo o Brasil e outros países da América Latina. Recebemos, em uma semana, 1447 inscrições, de todas as regiões brasileiras mais 9 países.

 

Os conteúdos foram os mais diversos, de todas as linguagens artísticas e em diferentes formatos e suportes. Em poucos dias Latinidades Pretas se materializou e se agigantou, mostrando potencial de continuidade.